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terça-feira, 21 de abril de 2009

Teatrando - CSI Funchal


Escreve João Filipe Pestana no DN/Madeira de hoje:

Numa altura em que os ensaios de 'CSI Funchal' seguem de vento em popa, eis que o novo espectáculo da COM.TEMA (que estreia dia 8 de Maio no Centro das Artes) acaba de ser reforçado artisticamente.

"A banda sonora da peça está a cargo dos On Mute [na foto], uma das mais inovadoras e interessantes bandas da moderna música madeirense", explica Nuno Morna, responsável pela COM.TEMA. "No blogue da peça, em http://csifunchal.blogspot.com, pode já ser encontrada uma pequena amostra de uma das músicas", adianta. "Nos próximos dias, os intervenientes nesta perfeita loucura podem ser encontrados nas ruas do Funchal a filmar furiosamente cenas da 'peçilme', ou seja, metade peça de teatro, metade filme. Informamos a população do Funchal que não se deve assustar com as cenas de tiros e perseguições pois as armas, embora pareçam verdadeiras, são de plástico e as viaturas utilizadas já deram boas provas de si no Afeganistão e no Iraque", remata.

Entretanto, a COM.TEMA entrou no capital da empresa continental Hepta, que trabalha na área da edição discográfica, na gestão da promoção de eventos e da consultoria, representando grupos como Dazkarieh, Fadomorse, etc., e artistas como Pedro Ribeiro e Nuno Morna. A Hepta passará a representar a COM.TEMA fora da Madeira.

segunda-feira, 20 de abril de 2009

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Teatrando - CSI Funchal

Escreve Paula Henriques no DN/Madeira de hoje:

A morte de um anão dá o mote a 'CSI Funchal', o novo episódio da carreira hilariante da Com.Tema e o primeiro de uma nova série que promete ter tanto ou mais sucesso do que a série norte-americana onde foi beber inspiração.
O trabalho estreia a 8 de Maio no Centro das Artes, na Calheta, e, pelo que foi já dado a conhecer, promete não deixar o público indiferente, nesta nova incursão pelo mundo do humor e da parvoíce, ferramentas 'preciosas' a que o grupo de teatro habituou os madeirenses.
"No foyer do teatro, um anão de Jardim está morto. O público começa a entrar na sala. A área já está delimitada com aquelas fitas estilo 'Police Line, do not cross', na versão portuguesa: 'Police Line Moto Cross'. Há marcas de giz no chão, há um pacote de cereais junto ao cadáver… o que prova que estamos perante um Cereal Killer", apresenta Nuno Morna o 'CSI Funchal' ao DIÁRIO.
Segundo o actor, o espectáculo inicia-se com "a projecção da cena inicial do filme… passada no Crime Scene. Identifica-se o morto… É o Anão Soneca. A partir daí, Horacie Cana termina a cena com o seu habitual estilo… "Parece que o Soneca… já não vai acordar"". Depois disto, conta ainda o mentor deste projecto, "arranca a música do genérico… e uma incomparável orgia de idiotice como a Com.Tema jamais produziu".
Segundo Nuno Morna, 'CSI Funchal' é "a primeira Pecilme feita em Portugal e, se calhar, no mundo, visto estarmos em presença de um evento que é metade filme e metade peça de teatro. Um novo conceito e a parvoíce do costume!", admitiu.
Este policial à medida da companhia de teatro volta a juntar velhos amigos em palco e outras novas colaborações. Horácie Cana é interpretado por Nuno Morna; Gil Grisame por Pedro Ribeiro; Guarda Abel e Inspector Max por Paulo Lopes, a Dr.ª Paula Porta-Chaves, por Mara Abreu e Dr. Gregório Casotas por Tiago Goes Ferreira. Nesta comédia participam ainda como Neo Black, Pedro Afonseca; como Laura Lourinhã, Nancy e como Puto, Diogo Sousa. Os Anões de Jardim, revelou, serão representados por 'themselves' e o Público, pelo público. Quanto ao Cereal Killer, deixam apenas a informação de que "O Futuro a Deus Pertence".
Além da novidade da temática, esta é também a primeira vez que a Com.Tema estreia um trabalho fora do Funchal. A escolha pelo Centro das Artes prende-se com um novo passo no seu 'modus operandi', devendo ficar neste espaço cultural durante quatro dias, "à imagem dos espectáculos da Broadway que estreiam sempre fora de Nova Iorque por um curto período", justificou Nuno Morna, antes de deixar já o aviso: "Este espectáculo pode impressionar pessoas com alta sensibilidade à estupidez. Prometemos, como de costume, muito sangue, suor e lágrimas… ah, e claro, muito, mas mesmo muito sexo!".