Um dos mais consistentes projectos musicais regionais:
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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
sábado, 11 de outubro de 2008
Musicando - Punk d'Amour

Na passada 4ª feira, nas noites Kooltura, os Punk d'Amour passaram pelo Kool Klub. O preconceito e o provincianismo que entre nós habita faz com que não olhemos para a nossa produção musical regional com olhos de ouvir. Não me canso de gritar bem alto que a produção regional não fica a dever nada ao que se faz noutros centros culturais do país.
Assistir a um concerto dos madeirenses Punk d'Amour é uma aventura. Ferraz e os seus "muchachos" têm aquela habilidade só ao alcance de alguns de nos "agredirem" com malhos sonoros que nos inebriam levando-nos assim numa viagem de puro entretenimento.
Interessante o conceito de, tirando o Filipe e o Bruno, a banda não ter um alinhamento fixo. Por aqui já passaram dezenas de músicos o que me tem permitido ouvir as músicas tocadas de diferentes maneiras.
E chegam-nos as letras. Acutilantes, mordazes, cheias de duplos sentidos. A poética dos Punk d'Amour é talvez da melhor que anda a ser musicada em Portugal.
Em palco vivem do burlesco. A "fraca" figura de Ferraz enche completamente os olhos pela força da sua presença. Isto parece não fazer sentido mas é mesmo assim.
Assistir a um concerto dos madeirenses Punk d'Amour é uma aventura. Ferraz e os seus "muchachos" têm aquela habilidade só ao alcance de alguns de nos "agredirem" com malhos sonoros que nos inebriam levando-nos assim numa viagem de puro entretenimento.
Interessante o conceito de, tirando o Filipe e o Bruno, a banda não ter um alinhamento fixo. Por aqui já passaram dezenas de músicos o que me tem permitido ouvir as músicas tocadas de diferentes maneiras.
E chegam-nos as letras. Acutilantes, mordazes, cheias de duplos sentidos. A poética dos Punk d'Amour é talvez da melhor que anda a ser musicada em Portugal.
Em palco vivem do burlesco. A "fraca" figura de Ferraz enche completamente os olhos pela força da sua presença. Isto parece não fazer sentido mas é mesmo assim.
quarta-feira, 8 de outubro de 2008
Musicando - Punk d'Amour Hoje no Kool
“Senhoras e senhores, bem vindos ao espectáculo do peso e do riso, do som e da fúria, da alegria histérica e da tristeza patética!”Os Punk d’Amour foram-se juntando algures em 2006. O projecto começa com as canções de Filipe Ferraz e a música e arranjos de Bruno Vítor. Durante a sua existência, esta banda que mais parece uma associação recreativa, deu dezenas de concertos: ganhou o Antena 3 Rock, esvaziou as Vespas, compareceu em festas de caloiros, contribuiu para noites memoráveis em bares nocturnos de reputação mais ou menos duvidosa.
Foram dezenas de concertos, mas também dezenas de músicos que tocaram ao vivo as músicas Punk d’Amour: violoncelos (um), guitarras (algumas), cantores convidados (muitos), e instrumentos de sopro de todo o género. Se primeiro que tudo existe uma vontade de fazer a festa, de compartilhar, de tocar com toda a gente, para toda a gente, esta vocação para cigano revela outra inquietação: Quem é Punk d’Amour, a que soa uma banda que nasce numa ilha no meio do Oceano Atlântico, que música faz um grupo de putos sem jet lag, que saltam do Salif Keita aos Sex Pistols sem remorsos?
Os Punk d’Amour estão cada vez mais perto de saber o seu lugar no mundo. O concerto da próxima quarta-feira mais vai parecer uma banda filarmónica: Ferraz no microfone, Bruno na bateria e no microfone, Paulo Ricardo no trompete, Wreiner no trombone, Fabian na tuba, e convidados, claro. Deram a este concerto o nome de ‘Sub-tropicalismo’.
As canções dos Punk d’Amour podiam ser cinema. Se nem sempre existe uma narrativa, há sempre uma fotografia. A violência do ponto de vista, que obriga tudo a estar num lugar, numa hora, com uma condição. O resto é a música. Não a música das sétimas e das diminutas, nem a música dos estilos e correntes, nem sequer música como meio de alcançar um estatuto, de músico ou de estrela. Sim o som das ruas e dos lugares, o ritmo que está na Cidade. E a vontade de ir cada vez mais para Sul.
terça-feira, 1 de julho de 2008
Músicando - Away We Go!
A noite de ontem foi verdadeiramente inesquecível para todos os mais que muitos que passaram pelo Marquês. Se eu tivesse dinheiro gravava todas as bandas. Acreditem que tenho dificuldade em escolher uma delas.
São estes raros momentos em que de um modo saudável se juntam amigos que têm a capacidade de se admirarem uns aos outros e desfrutar o que vão fazendo.
Muitas promessas ficaram no ar para novos encontros onde o mote é a música, mas que acima de tudo são pretextos de convívio e salutar troca de experiências.
Aqui ficam, mais uma vez, os nomes dos participantes nesta aventura: Blues Brothers, DD Peartree, Lisandra, Sonzinho, On Mute e Punk D'Amour. Acreditem meus amigos que fazem todos parte da minha galeria de heróis.
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segunda-feira, 30 de junho de 2008
Músicando - Away We Go!
Não esquecer hoje!!!!
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sexta-feira, 27 de junho de 2008
Musicando - Marquês Este Fim de Semana
Cada vez mais o Marquês se assume como um espaço alternativo.
Às já conhecidíssimas noites de fado às sextas-feiras associam-se a partir do próximo sábado, 28 de Junho, as noites de blues a cargo dos Blues Bothers a banda de Daniel Caires e Miguel Apolinário que, de um modo acústico nos levam numa viagem pelo Delta acima até Chicago. Blues tocados como ninguém toca na Madeira.
Na próxima segunda-feira, dia 30 de Junho, vão-se juntar neste mesmo espaço algumas peças daquilo que de melhor a música madeirense tem para oferecer. Totalmente unplugged vão tocar os Punk D'Amour, os On Mute, os Sonzinho, os Blues Brothers, DD Peartree, Nuno Morna, Luisandra e muitos outros. O Mestre de Cerimónias (MC) será Pedro Ribeiro, o conhecido humorista que faz questão de vir sempre de Lisboa para participar nestes momentos irrepetíveis da cultura madeirense. Música, poesia, humor é o que se pode encontrar nestes encontros "Away We Go". Não faltem porque senão vão ter falta de material.
Ah... O Marquês fica ali, acima da Cruz Vermelha no Largo da Saúde.
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