a National Gallery of Art em Washington DC, é detentora de uma das maiores colecções de arte do mundo. pintura, escultura, artes gráficas, etc., atravessa o tempo histórico com um espólio de enormíssima qualidade. as suas principais peças estão disponíveis para download.
quinta-feira, 24 de abril de 2014
PÉROLAS A PORCOS
a National Gallery of Art em Washington DC, é detentora de uma das maiores colecções de arte do mundo. pintura, escultura, artes gráficas, etc., atravessa o tempo histórico com um espólio de enormíssima qualidade. as suas principais peças estão disponíveis para download.
quinta-feira, 11 de junho de 2009
Pintando - Paula Rego
Paula Rego é o único nome português constante de uma lista dos 200 artistas mais importantes do século XX até agora divulgada hoje na edição online do "The Times" e elaborada com base nos votos dos leitores do jornal.A pintora, há muitos anos a viver na Inglaterra, figura em 142.º lugar na lista, que é liderada por Pablo Picasso, seguido de Paul Cézanne e de um artista muito diferente, Gustav Klimt.
Aos três artistas mais votados seguem-se o impressionista Claude Monet, o pai da arte conceptual, Marcel Duchamp, o grande rival de Picasso, Henri Matisse, o expressionista abstracto norte-americano Jackson Pollock, o pioneiro da "pop art", Andy Warhol, o também expressionista Willem de Koonig e o abstraccionista radical holandês Piet Mondrian, que ocupa o décimo lugar.
Georges Braque, o outro mestre do cubismo, ao lado de Picasso, aparece em décimo quarto lugar, atrás, por exemplo, de Francis Bacon (12) e Robert Rauschenberg (13), mas muito à frente de Juan Gris (64).
Por seu lado, a mexicana Frida Kahlo figura na décima nona posição, antes de Paul Klee (21), Alberto Giacometti (25), Salvador Dalí (26) e o escultor Auguste Rodin (27).
A lista contém inesperadas escolhas, tal como a de um artista alemão provocador, iconoclasta e pouco conhecido do grande público - Martin Kippenberger - que ocupa a vigésima posição, quando Joan Miró figura na septuagésima quarta.
Também à frente de Miró, tal como de Marc Chagall (71) e de Modigliani (58), estão os britânicos Tracey Emin (a artista da cama suja e desfeita) e Damien Hirst, o dos tubarões em formol, nos 52.º e 53.º lugares, respectivamente.
O jornal lançou o desafio aos leitores há 16 semanas e recebeu, para a elaboração da lista, um milhão e 400 mil votos.
sexta-feira, 3 de abril de 2009
Pintando - Frida Kahlo
Já há mais Frida Kahlos falsos do que Frida Kahlos verdadeiros, denunciaram anteontem vários especialistas na sequência da suposta aparição, há seis dias, de cinco novos quadros da artista mexicana. São pelo menos 400 - os suficientes para abrir um "museu de falsos"."O submundo das obras não reconhecidas de Frida tem um longo historial e podemos dizer que ela está a produzir mais morta do que viva", resumiu Carlos Phillips Olmedo, director dos museus Frida Kahlo, Diego Rivera-Anahuacalli e Dolores Olmedo da Cidade do México.
Chegou a pensar-se que entre as obras agora descobertas no estado mexicano de Michoacán, nas mãos de um coleccionador privado, estava La Mesa Herida, uma pintura de Frida Kahlo cujo paradeiro é desconhecido. Não estava: as cinco pinturas são falsas "sem sombra de dúvidas", assegurou Teresa del Conde, investigadora do Instituto de Investigações Estéticas da Universidade Nacional Autónoma do México, na conferência de imprensa da Casa Azul.
A perita explicou ainda que a maioria das falsificações que lhe vão parar às mãos são "grotescas" - e é por isso que é tão importante "alertar os amantes de Frida para pedirem o aval de uma instituição reconhecida sempre que lhes for proposto este tipo de obras", acrescentou Magdalena Zavala, directora-geral de artes plásticas do Instituto Nacional de Belas-Artes.
Ao Museu Dolores Olmedo - que gere as colecções do Museu Frida Kahlo e do Museu Diego Rivera-Anahuacalli - chegam por mês pelo menos um Frida Kahlo ou um Diego Rivera falsos. "É interessante ver o fenómeno que Frida provoca no mundo dos falsos", sugeriu Magdalena Zavala, lembrando que, mesmo quando notificados de que as suas obras são falsificações, os coleccionadores insistem em expô-las. Ao todo, estão registadas 248 obras autênticas de Frida Kahlo, entre óleos, aguarelas, desenhos e páginas de diário - mais o acervo da Casa Azul, onde Frida (1907-1954) viveu com o pintor e muralista Diego Rivera (1886-1957) uma relação turbulenta.
Além de alguns quadros mais famosos da artista, o espólio da Casa Azul inclui a cama onde Frida passou parte da vida rodeada pelos retratos de Lenine, Estaline e Mao Tsé-Tung, o cavalete oferecido por Nelson Rockefeller, os espelhos em que se observava obsessivamente e as suas colecções de borboletas, de vestidos e de arte pré-colombiana.
Inês Nadais in Público
segunda-feira, 8 de setembro de 2008
Pintando - Claude Monet



Claude Monet (1840-1926) começou como ilustrador e caricaturista, actividades em que alcançou alguma fama quando ainda era adolescente.
Em 1856 conheceu o pintor francês Boudin, que além de iniciá-lo nas técnicas da pintura paisagística ensinou-o a pintar ao ar livre, para captar melhor as cores e a luz. Três anos depois, mudou-se do Havre, onde vivia com os pais, para Paris, começando a estudar na Academia Suíça. Alguns anos mais tarde cursou a Escola de Belas-Artes, no atelier de Gleyre, onde fez amizade com Renoir, Sisley e Bazille. Depois de uma tentativa de suicídio em 1868, Monet viajou para Londres com Renoir, fugindo da guerra com a Prússia. Lá conheceu Daubigny, e por meio dele o marchand e dono de galeria Durand-Ruel. Os seus quadros de Londres reflectem o interesse do jovem pintor pela pintura oriental e pela fotografia.
O espaço e a perspectiva são obtidos pela contraposição de estruturas geométricas e um intenso contraste cromático. Depois da apresentação em Paris, em 1874, do seu quadro “Impressão, Sol Nascente” (1869) ele e todo o seu grupo de amigos foram mencionados por um conhecido crítico de arte como impressionistas e mais depreciativamente como "a malta de Monet".
Aos poucos, foi abandonando as tonalidades escuras e tenebrosas das suas primeiras obras e adoptou uma paleta de cores frias e ao mesmo tempo transparentes. Em Argenteuil, passa a pintar com Sisley e Pissarro, tanto no inverno quanto no verão. Além das paisagens, tentou incluir motivos da vida moderna, como as locomotivas. Deu início também aos seus célebres quadros de catedrais, de contornos quase inexistentes, em que a forma é dada pela reprodução da luz e da cor.
A síntese da sua obra são os quadros que compõem a série Ninféias, especialmente o Tanque dos Nenúfares. Monet foi, sem qualquer dúvida, o mais puro representante do espírito impressionista.

Claude Monet
quarta-feira, 28 de maio de 2008
Artistando - A Mãe das Mães
Como eu gostava de poder lá estar na vernisage... fica para um outro dia!

