terça-feira, 30 de junho de 2009

Animando - Festa COM.TEMA

DEPOIS DO SUCESSO DA FESTA CSI...

30/06 - 23.59H

KOOL KLUB

FESTA COM.TEMA

DIA DA REGIÃO PARTY

APAREÇAM!!!!!!

Fotografando - World Press Photo

Ainda de João Filipe Pestana e também no DN/Madeira de hoje:

Da fotografia vencedora a preto e branco sobre a crise imobiliária nos Estados Unidos, captada pelo agora famoso fotógrafo norte-americano, Anthony Suau, em pleno pico da crise imobiliária nos Estados Unidos, à paleta de cores de imagens da Natureza, são muitos os atractivos da 52ª edição da maior mostra mundial de fotojornalismo, a 'World Press Photo', que será inaugurada no dia 2 de Julho, às 18 horas, no Salão Nobre do Teatro Municipal Baltazar Dias, abrindo ao público no dia seguinte, onde ficará exposta até dia 23.

Custará apenas 1 euro para visitar esta exposição que conta com o patrocínio da Câmara Municipal do Funchal ficando a produção a cargo das empresas Controlmedia e Cultural XXI.

À Madeira virão 199 imagens premiadas que percorrem várias categorias, desde notícias genéricas, pessoas, vida quotidiana, desporto, artes, revelando um Mundo de contrastes e situações violentas ou caricatas em vários pontos do mundo.

Em destaque, surgem imagens chocantes, mas reais, de conflitos bélicos, como por exemplo, a guerra entre a Geórgia e a Ossétia do Sul fotografada pelo sueco Lars Lindqvist, e fotos de catástrofes naturais como o impacto do terramoto em Beichuan, na China, por Chen Qinggang.

Musicando - Concerto Dia da Região

Escreve João Filipe Pestana no DN/Madeira de hoje:



As comemorações do Dia da Região Autónoma da Madeira e das Comunidades Madeirenses principiam com um concerto de abertura no Parque de Santa Catarina, hoje à noite, a partir das 21h30, protagonizado por uma Grande Orquestra de Sopros formada pela Banda Militar e pela Orquestra de Sopros do Gabinete Coordenador de Educação Artística (GCEA), com a participação do convidado especial e pianista Robert Andres.

O evento musical ao ar livre e de entrada livre será composto por cinco obras (ver programa no destaque à direita), duas das quais especiais para Robert Andres, conforme explicou. "Tocar os dois temas ['Warsaw Concerto' e 'Rhapsody in blue'], é para mim a concretização de um sonho, porque conheci o 'Warsaw Concerto' há muito tempo, mas nunca tive oportunidade de o tocar, e a 'Rhapsody in blue' toquei-a há 30 anos na versão de piano a solo, mas também nunca com uma orquestra", realçou o músico.

"São duas obras que têm piano como solista e são muito bem conhecidas, se bem que a primeira - eu acho que praticamente quase toda a gente conhece o tema - mas desconhece o título e o compositor, que é o 'Concerto de Varsóvia', composto como parte de banda sonora de um filme, mas a película não sobreviveu, apenas a música (...) A outra obra, precisamente a que fecha o concerto, praticamente não precisa de introdução, que é uma obra que as pessoas gostam sempre de ouvir. (...) No entanto, fizemos uma tentativa de arranjo para sopros, aproximando-nos dos andamentos e do espírito original tal como o conhecemos nas suas gravações", adiantou.

Apesar dos ensaios terem sido complicados "em termos acústicos, perante o espaço onde se desenvolveram", salienta que foi feito o possível para estar tudo preparado para hoje, menos a parte do equilíbrio acústico, que foi testado no ensaio geral de ontem à noite.

Programa composto por cinco obras

1 - 'Triumphal Prelude' (Abertura), de Thomas Doss. Terá direcção do professor Lino Fernandes. Trata-se de uma obra encomendada para celebrar o centenário da fundação da Orquestra de Sopros de Heiden na Alemanha. É uma obra ideal para iniciar um programa de concerto. O desenvolvimento é cintilante, com os metais evoluindo tematicamente sobre um fundo luminoso, suportado pelas madeiras. A obra transmite um entusiasmo ao público.

2 - 'Sol Invictus' (Quadro Descritivo), de João Miguel Cupido. Terá direcção do capitão João Basílio. Através da paleta sonora arquitectada para este concerto, serão dadas asas ao imaginário para interpretar os detalhes descritivos da obra que descreve o dia do nascimento do Sol.

3 - 'Warsaw Concerto', de Richard Addinsell, com arranjo de Willy Hautvast. Robert Andres estará ao piano. Terá direcção do capitão João Basílio. É uma obra para piano, escrita para o filme 'Dangerous Moonlight' de Brian Hurst.

4 - 'The Porgy and Bess Collection', de George Gershwin, com arranjo de Marcel Peeters. A direcção será do professor Lino Fernandes. É uma opera em três actos.

5 - 'Rhapsody in blue', de George Gershwin, com arranjo de Thomas Verrier. Ao piano estará Robert Andres. A direcção será do capitão João Basílio.

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Citando - Nietzsche

A dialéctica só se adopta quando não se pode utilizar nenhum outro meio. Sabe-se que com ela se inspira desconfiança, que ela persuade pouco. Nada é mais fácil de suprimir que o efeito de um dialéctico: a experiência de toda a reunião em que haja discursos prova-o. A dialéctica só pode ser um recurso coagido, nas mãos dos que não têm já outras armas. É preciso que se tenha de conseguir pela força os próprios direitos: antes não se faz nenhum uso dela. 

Friedrich Nietzsche, in "Crepúsculo dos Ídolos"
 


Enviado do meu iPhone

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Passeando - Cannes

O mês passado foi um verdadeiro desassossego em Cannes...


quinta-feira, 25 de junho de 2009

quarta-feira, 24 de junho de 2009

terça-feira, 23 de junho de 2009

Expondo - Infinitos

Escreve João Filipe Pestana no DN/Madeira de hoje:

O Centro das Artes - Casa das Mudas, na Calheta, acolhe a exposição 'Infinitos' a partir do dia 26, sexta-feira, uma iniciativa cultural promovida pelo Centro de Reabilitação Psicopedagógica da Sagrada Família, no âmbito da área de reabilitação e do projecto de atelier de arte Contemporânea 'Com'tempo'.

Esta mostra, que será inaugurada às 19 horas, ficará patente ao público até 24 de Julho. Esta exposição é apadrinhada pela artista plástica Filipa Venâncio, pelo produtor audiovisual Nelson Camacho e pelo escultor Sílvio Cró.

"Os trabalhos de pintura e escultura expostos foram criados no Atelier 'Com'tempo' por jovens portadores de deficiência mental, em colaboração com um artista plástico, Fábio Gouveia, e dois Professores de Educação Visual e Tecnológica, Raul Mesquita e Ricardo Mendes", explica Bruno Alexandre Ornelas Freitas, do Atelier 'Com'tempo' do Centro de Reabilitação Psicopedagógica da Sagrada Família.

"Estarão igualmente em exposição alguns trabalhos de pintura e escultura concebidos pelos jovens em colaboração com os padrinhos da exposição e com alguns alunos da Escola Secundária Francisco Franco", adianta.

O programa de inauguração da exposição envolve dois momentos: às 19 horas haverá uma mini-conferência para apresentação do projecto e breve comunicação dos padrinhos; e às 19h30 serão apresentadas as obras de arte. Refira-se que o projecto de reabilitação através da arte, Atelier 'Com'tempo', iniciou-se em Outubro de 2006, no Centro de Reabilitação Psicopedagógica da Sagrada Família, com 20 jovens portadores de deficiência mental. Actualmente funciona de segunda a sexta-feira, das 14h30 às 18 horas.

sábado, 20 de junho de 2009

Musicando - Funchal Jazz 09

10º FUNCHAL JAZZ

2 | 3 | 4 Julho ’09 – 21h30

Parque de Santa Catarina

BILHETES JÁ À VENDA

Já estão disponíveis, nas bilheteiras do Teatro Municipal (Av. Arriaga) os ingressos para a 10ª edição do FUNCHAL JAZZ FESTIVAL.

Os bilhetes para um dia custam 15 euros e o pack especial que dá acesso aos três dias do festival, só poderá ser adquirido até ao próximo dia 30 de Junho e vale 30 euros.

Como habitualmente, esta 10ª edição do Funchal Jazz apresenta um programa de grande qualidade e a lotação do Parque de Santa Catarina vai esgotar com o público entusiasta que não vai perder esta oportunidade de assistir a seis excepcionais concertos.

Este ano o Funchal Jazz vai abrir, no dia 2 de Julho, com uma singela homenagem ao músico madeirense TONY CRUZ e logo de seguida receberá a promessa do Jazz nacional VÂNIA FERNANDES.

O RICHARD GALLIANO TANGARIA QUARTET completa o programa desta primeira noite com a mesma originalidade e talento com que revolucionou a história do acordeão.

RON CARTER é um dos mais admirados e respeitados contrabaixistas da actualidade e subirá ao palco na noite de 3 de Julho. Para animar a segunda metade dessa mesma noite teremos a oportunidade de escutar o refinamento e a sofisticação do jazz de fusão de GUIDA DE PALMA & JAZZINHO.

Na última noite (4 de Julho) teremos standards mundialmente reconhecidos, interpretados pelos seus criadores originais, com o BENNY GOLSON / CEDAR WALTON QUINTET.

Para terminar em festa, propomos o estilo único de ALEJANDRO LUZARDO Y LA CANDOMBERA.

A não perder será também a animação no “O’ Briens Irish Pub”, do CS Madeira Atlantic, a decorrer depois dos concertos no palco principal, com o grupo LISMADCONNECTION 09 e a Feira do Disco Jazz & Blues que, como sempre, apresentará não só os discos dos artistas participantes mas também uma extensa colecção de trabalhos dos grandes mestres do Jazz e do Blues, a par com as edições mais recentes.

Estamos certos que o 10º Funchal Jazz Festival vai transportar para este novo cenário - Parque de Santa Catarina – o êxito das edições anteriores e voltar a povoar as noites madeirenses com a magia inconfundível do Jazz.


da Organização

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Bailando - Marcelino Sambé

O bailarino português Marcelino Sambé, de 15 anos, venceu o XI Concurso Internacional de Artistas de Bailado e de Coreógrafos de Moscovo, numa luta renhida entre 40 candidatos ao prémio na categoria júnior.

Marcelino Sambé venceu quinta-feira, na categoria júnior, a medalha de prata daquele concurso, que decorreu no Teatro Bolshoi, não tendo sido atribuída a medalha de ouro. A competição decorreu em três etapas e o português conseguiu vencer na última etapa, em que participaram 20 bailarinos.

"Na categoria júnior participaram na final 20 bailarinos com uma geografia bastante extensa. Estiveram representados Rússia, Estados Unidos, Ucrânia, Bielorrússia, Canadá, Coreia, Japão e Portugal... Em princípio, não há nada de extraordinário neste resultado, aí estão representadas as potências mundiais de bailado, os seus representantes participaram na final", declarou à rádio Cultura Serguei Ussanov, director-geral da Federação Internacional de Concursos de Bailado.

"A luta foi muito séria e a terceira volta foi decisiva", frisou Ussanov, organizador da competição.

"Marcelino arranca sempre os aplausos da sala. Ele tem medalhas de três concursos internacionais e é candidato ao ouro", escreveu o sítio do canal televisivo "Kultura", que acompanhou a final.

"É a sensação mais forte da minha vida: a participação no concurso. Em dada altura, senti-me cansado, mas sou expressivo e soube concentrar-me para terminar com êxito a variação", declarou o bailarino português ao canal russo.

O Concurso Internacional de Artistas de Bailado e de Coreógrafos de Moscovo é um dos concursos mais prestigiados neste sector, tendo no júri estrelas do bailado russo e mundial, lendas do Teatro Bolshoi como o coreógrafo Iúri Grigorovitch, Artista do Povo da URSS, e os bailarinos Vladimir Vassiliev, Artista do Povo da URSS, e Nikolai Tsiskaridzé, Artista do Povo da Rússia.

Entre os membros do júri havia também representantes de mais dez países.

Segundo a Lusa conseguiu apurar, os vencedores deste concurso irão participar no XV Festival Internacional de Bailado Rudolf Nuriev, que se realizará na terra natal do bailarino, cidade de Ufá, na Bachkíria (leste da Rússia), entre 21 e 30 de Junho.

Lusa

quinta-feira, 18 de junho de 2009

30.000

30.000 visitas. Obrigado a todos!!!!

Expondo - Lourdes Castro

(clicar sobre a imagem para ver maior)

Obituário - José Calvário

O maestro e compositor José Calvário morreu hoje, aos 58 anos, em Oeiras. José Calvário sofreu um enfarte em Novembro de 2008 e encontrava-se desde então em estado vegetativo. Depois de ter estado internado em vários hospitais, ficou alojado numa unidade de cuidados continuados em Oeiras.

O cantautor Fernando Tordo considerou Calvário "um músico de eleição, um grande talento, um grande orquestrador e excelente compositor", cuja morte é de "lamentar profundamente".

Ouvido pela agência Lusa, Tordo lembrou ter gravado vários discos com o maestro, entre os quais "Adeus, tristeza" (o primeiro), "O Menino Ary dos Santos" e "Só ficou amor por ti", os três gravados em Londres, nos estudios da Abbey Road.

Para Tordo, tratava-se de um "músico português conceituado, como qualquer grande 'craque' dos Estados Unidos, da China ou do Japão, em Inglaterra e, muito especialmente, nos estúdios da Abbey Road, os mais famosos do mundo".

Já Carlos do Carmo, que não privou com José Calvário, considera-o "um músico talentoso" cujo trabalho "é completamente actual".

"As orquestrações de José Calvário para as duas canções de José Luís Tinoco que interpretei no Festival da Canção da RTP de 1976 são completamente actuais, ele era um músico à frente do seu tempo", declarou o cantor.

No Festival da Canção da RTP de 1976, Carlos do Carmo cantou duas canções de José Luís Tinoco: "No teu poema" e "Os lobos e ninguém", com orquestrações de José Calvário.

"Duas orquestrações notáveis para duas canções igualmente notáveis", comentou o cantor. "Quando as ouvimos, sentimos que as orquestrações são completamente actuais", comentou Carlos do Carmo, que não voltou a trabalhar com José Calvário. "Trabalhei sobretudo com o Thilo Krassman, depois com o Bernardo Sassetti, e não aconteceu outra oportunidade de trabalhar com ele".

Mas os dias de gravação para o disco que veio a chamar-se "Uma Flor de Verde Pinho", do título da canção que venceu o Festival da Canção de 1976, foram de um "convívio muito agradável". Nesse ano, todas as canções do Festival foram interpretadas por Carlos do Carmo, com diferentes autores para as letras e as músicas.

Calvário deixa viúva e dois filhos, um dos quais menor.

Cinema - Estreias

A RESSACA




LIGAÇÕES PERIGOSAS




TRANSFORMERS - RETALIAÇÃO

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Expondo - Henri Fantin-Latour

Uma exposição monográfica sobre o pintor francês Henri Fantin-Latour (1836-1904), com 74 obras de pintura, desenho e gravura deste artista contemporâneo da geração impressionista, inaugura a 26 de Junho na Fundação Calouste Gulbenkian.

Trata-se da primeira exposição realizada na Península Ibérica, e a maior em quase três décadas passadas sobre a última grande mostra que lhe foi dedicada.

A exposição - co-organizada pela Fundação Calouste Gulbenkian e pelo Museo Thyssen-Bornemisza - estará patente em Lisboa entre 26 de Junho e 06 de Setembro, seguindo posteriormente para Madrid, onde ficará de 28 Setembro a 10 de Janeiro de 2010.

Vincent Pomarède, director do Departamento de Pintura do Museu do Louvre e grande especialista de pintura francesa da segunda metade do século XIX, é o responsável pelo comissariado da mostra, que ficará instalada na sala de exposições temporárias da sede da Fundação Gulbenkian.

A exposição dedicada a Henri Fantin-Latour é composta por um total de 74 obras, das quais 57 são pinturas, e 17 são desenhos e gravuras. Representam cenas imaginadas, inspiradas na música e na ópera, também retratos e naturezas-mortas, sobretudo com flores.

"La Lecture" (1870) e "La Table Garnie" (1866) são algumas obras emblemáticas de Henri Fantin-Latour, que se formou na Escola Superior de Belas-Artes de Paris.

Foi influenciado pelo movimento do simbolismo, e conviveu com vários artistas da mesma geração que viriam a destacar-se no impressionismo, tais como Manet, Degas e Whistler.

Para além das pinturas de Henri Fantin-Latour existentes na colecção do Museu Gulbenkian, foram cedidas obras de instituições como o Museu d'Orsay e o Petit Palais, em Paris, da Tate Gallery e o Victoria and Albert Museum, em Londres, o Cleveland Museum of Art e o Museum of Fine Arts de Houston, nos Estados Unidos, a Galeria dos Uffizi, em Florença, a Kunsthalle, de Hamburgo, e os nuseus de Belas Artes de Bruxelas, Montreal e de Grenoble.

Lusa

Lendo - Dicionário de Ordens

Lê-se no Correio da Manhã:

Novo dicionário reúne 365 ordens

As 365 ordens de Portugal estão a ser compiladas numa obra que deverá ser publicada até ao final do ano. O passado e o presente das mais variadas ordens cristãs, esotéricas, maçónicas, templárias e até profissionais poderá ser consultado no ‘Dicionário Histórico das Ordens e Instituições Afins em Portugal’, um trabalho de investigação com cerca de dez anos da Universidade de Lisboa.

"O projecto surgiu devido à inexistência de informação sobre a temática. Procurámos olhar para cada uma das ordens do ponto de vista científico, sem fazermos a apologia de uma sobre a outra", explicou José Eduardo Franco, director do Centro de Literaturas de Expressão Portuguesa da Universidade de Lisboa, destacando o facto de o dicionário incluir ordens que sempre estiveram de costas voltadas: "O processo de inclusão de todas as ordens não foi pacífico, porque cada uma entende ser superior às restantes."

A publicação deste dicionário servirá como rampa de lançamento para a realização de um congresso internacional sobre o tema ‘Ordens e Congregações Religiosas em Portugal’, assinalando o primeiro centenário da expulsão das ordens durante a I República. A Fundação Calouste Gulbenkian será o palco do encontro, em Novembro de 2010.

PORMENORES

CATEGORIAS

O dicionário estará dividido em sete categorias, sendo que as ordens cristãs estão repartidas por católicas e protestantes. As restantes são as não-cristãs, esotéricas, maçónicas, templárias, honoríficas e profissionais.

CENTENAS DE AUTORES

Para este dicionário contribuíram mais de 150 autores de diversas origens – de maçónicos a franciscanos, de militares a budistas, de advogados a médicos – que escreveram as entradas relativas às várias ordens.

André Pereira

Audiovisionando - Raízes de Um Povo

Escreve Paula Henriques no DN/Madeira de hoje:

Cerca de 1500 pessoas estão envolvidas na série de 13 documentários que Eduardo Costa está a realizar sobre as tradições madeirenses. 'Raízes de um Povo' é uma recolha exaustiva iniciada há nove meses e que deverá culminar dentro de dois anos, com um trabalho destinado aos canais nacionais e internacionais.

"É um projecto audiovisual, que tem como objectivo central a recolha no Arquipélago da Madeira do nosso folclore e etnografia, dando relevo às actividades diárias que constituem e constituíam a vida quotidiana, cultural e profissional do nosso povo", apresentou.

Os documentários serão divididos pelos onze concelhos, mais um para abordar exclusivamente o Natal e um último, ainda por definir, cujo conteúdo dependerá do material entretanto recolhido, explicou ao DIÁRIO o produtor e realizador, que além da qualidade técnica, quer assegurar também a qualidade no conteúdo: "Queremos ser fiéis e rigorosos em todas estas recolhas, para que o projecto tenha consistência e validade histórica", referiu. Para assegurar esta parte, a recolha conta com a ajuda e experiência da Associação de Folclore e Etnografia da Região Autónoma da Madeira, liderada por António do Vale.

Cada um dos episódios de 25 minutos incide sobre o que é mais forte em cada município. Assim, na Calheta fala-se do linho e das charolas, em Santana do ciclo do trigo ao pão, passando pelo restolho que cobre as casas típicas. A cana-de-açúcar, as vinhas, o folclore, os transportes, as profissões, o artesanato, a culinária, a agricultura e a pesca também estão entre os outros temas a tratar.

A Eduardo Costa Produções apostou forte neste novo projecto e prova disso é a câmara que permite captar imagens em alta definição 1920 x 1080 (Full HD) formato 16x9 panorâmico 2.35, que adquiriu por cerca de setenta mil euros, adiantou, e que permite passar facilmente as imagens para película e apresentar em festivais internacionais. Mas não foram os únicos.

A população, que tem participado activamente nesta produção, também tem dado o seu melhor para manter a História viva. Aqui os actores são da vida real e os conhecimentos transmitidos pelas mãos calejadas pelo tempo e pelos saberes passados de geração em geração. É precisamente para salvaguardar esta riqueza para gerações futuras que se empenham: "Na Calheta, populares e pessoas ligadas ao folclore plantaram num terreno vazio 400 m2 de linho para que pudéssemos filmar as várias fases com bastante pormenor", exemplificou.

Neste momento, e depois de muito tempo no terreno, apenas 1/10 do trabalho está feito, pelo que a equipa tem ainda muito caminho pela frente. As imagens de apresentação deverão estar prontas em breve. A partir daí virá também o trabalho de recolha de apoios.

O projecto será lançado em 'blu-ray' e DVD, em português, inglês, alemão, francês e italiano.

Um 'elucidário'

'Um elucidário audiovisual' é desta forma que Eduardo Costa vê o trabalho de recolha que a sua produtora está a realizar e que poderá servir no futuro para consulta, nomeadamente para escolas. É que além das imagens que vão integrar o documentário, muitas outras vão ficar registadas e que poderão ser mais tarde usadas. "As crianças perderam as vivências que tínhamos. O objectivo é mostrar as raízes, como o terreiro com a latada por cima onde se bordava". Eduardo Costa acredita que dentro de poucos anos, grande parte das tradições vão desaparecer.

terça-feira, 16 de junho de 2009

Cinema - Doc's Kingdom

O «reino dos documentários», organizado pela Apordoc - Associação pelo Documentário, vai decorrer até dia 21, no Cine-teatro de Serpa, e contará com a presença de 11 realizadores, como Abderramane Sissako, considerado «um dos mais importantes cineastas africanos» contemporâneos.

Além de Sissako, o Doc's Kingdom deste ano conta com as presenças de outros cinco cineastas estrangeiros, como Eduardo Escorel, Lee Anne Schmitt, Aliona Polunina, Robert Fenz e Sylvain George, e cinco portugueses, como Manuel Mozos, Tiago Afonso, Mário Gomes e Mónica Baptista, que irão falar dos seus filmes após as respectivas exibições.

O Doc's Kingdom «não é um festival de cinema, nem um evento para ver filmes», mas sim «uma câmara de reflexão sobre o cinema documental contemporâneo», explicou à agência Lusa José Manuel Costa, responsável pelo seminário.

«Apesar da popularidade do cinema documental e da grande quantidade de documentários exibidos em festivais, há cada vez maior consumo de filmes e pouca reflexão sobre eles», frisou José Manuel Costa.

Assim, continuou, o Doc's Kingdom «é uma oportunidade para discutir o cinema documental que se está a fazer a partir dos filmes exibidos» e a edição deste ano parte do tema geral «reinterrogar a imagem política».

«Vamos discutir vários tipos de relação entre o cinema e a política», explicou José Manuel Costa, referindo que «a regra do Doc's Kingdom deste ano vai ser: durante o dia vemos filmes e ao fim do dia falamos sobre eles», através dos quatro debates colectivos previstos para os fins de tarde de quarta-feira a sábado.

A exibição aberta ao público, hoje, às 21h, de La Rabbia (1963), um filme do cineasta italiano Pier Paolo Pasolini, marca o 'pontapé de saída' do seminário.

Lusa

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Cinema - Michael Moore "Save our CEOs"

O trailer do novo filme de Michael Moore, ainda sem título, foi exibido em algumas salas de cinema de Nova Iorque, Chicago e Los Angeles, nos EUA, na passada sexta-feira. O realizador é visto a pedir esmola para ajudar as grandes corporações internacionais.

Nas primeiras imagens da longa-metragem, gravada na capital norte-americana, Washington, e em Nova Iorque, na bolsa de valores, o cineasta faz referência à crise económica mundial, pedindo ajuda para ajudar os presidentes das grandes empresas multinacionais.

Nessa altura, alguns funcionários dos cinemas entraram nas salas com potes colectores de moedas, para que a plateia acedesse ao pedido de Moore, sempre polémico nos seus projectos, normalmente críticos à sociedade norte-americana. O filme deverá estrear a 2 de Outubro.

A longa-metragem vai tentar provar que foi a política financeira - particularmente a dos EUA - a grande responsável por esta grave crise económica. A situação é descrita pelo documentarista como o «maior roubo da história norte-americana».

Em Fevereiro, o cineasta divulgou um anúncio no seu site à procura de executivos de Wall Street, o centro financeiro dos EUA, que estivessem dispostos a denunciar a máquina financeira. «Você vai ajudar-me com o meu próximo filme?», perguntava o anúncio. Na altura, Moore explicou que procurava «pessoas corajosas que trabalhem em Wall Street ou na indústria financeira que estejam dispostas a partilhar o que sabem».