segunda-feira, 15 de setembro de 2008
Ausentando
Nos próximos dias vou estar fora da Madeira. Não esperem por isso muitas intervenções minhas neste espaço. Volto em breve!
domingo, 14 de setembro de 2008
Bebendo - Black Russian

Não sou grande apreciador de cocktails. Gosto de muito poucos. O Black Russian é um dos que me caiu no goto. É fácil de fazer e o resultado final é delicioso.
Não se esqueçam de beber com moderação... principalmente se forem conduzir!
Ingredientes:
4 cl. de Vodka
2 cl. de Licor de Café
2 gotas de Marasquino
Preparação:
Deite no copo (old fashion) o Licor de Café.
Adicione o Vodka e o Marasquino. Mexa.
Complete com gelo até cima e decore com ½ rodela de limão.
Blogando - O Blog do Mês de Setembro
É um dos Blogs que mais me diverte. Acutilante, mordaz, divertidíssimo. No "Bilhardeiro" muita da graça fica nas entrelinhas, naquilo que não é dito.
Abro-o logo pela manhã e tem o condão de, muitas vezes, me pôr bem disposto por bastante tempo.
Gostava de saber quem o escreve. Textos assim ficariam muito bem no palco.
É sem dúvida um dos meus Blogs de referência.

sábado, 13 de setembro de 2008
Premiando - Prémio D. Dinis
O Presidente da República entregou, em Vila Real, o prémio Dom Dinis ao poeta Manuel Alegre tecendo rasgados elogios à obra do antigo adversário político.
Manuel Alegre retribuiu afirmando ser uma «honra e motivo de especial satisfação» receber o prémio das mãos de Cavaco Silva, a quem expressou o seu «respeito institucional e consideração pessoal».
O prémio Dom Dinis, atribuído pela Fundação Casa de Mateus desde 1981, foi entregue ao poeta pela sua obra «Doze Naus».
«A atribuição do prémio Dom Dinis ao poeta Manuel Alegre reveste-se de um significado muito especial», afirmou o Presidente da República. Cavaco Silva e Manuel Alegre foram adversários nas últimas eleições presidenciais.
O Presidente da República sublinhou a «feliz coincidência» de se tratar de um poeta, que é também político, a receber um prémio com o nome de alguém que, além de político, foi «igualmente um notável trovador».
A obra de Manuel Alegre «é, sem dúvida, uma das que mais se identificam com a nossa história e com alguns dos sentimentos que, ao longo dos séculos, se enraizaram profundamente na nossa maneira de ser e de sentir», disse Cavaco Silva.
«Quero felicitar vivamente Manuel Alegre, antes de mais, por este prémio e pelo muito que a sua obra tem feito em prol da língua e da cultura portuguesas».
Manuel alegre agradeceu a Cavaco Silva mas frisou que, o que mais o toca, é o prémio ter o nome de um rei poeta, um rei que foi o autor de alguns dos primeiros grandes poemas escritos em português e o primeiro a demonstrar que, «ao contrário dos preconceitos, não há incompatibilidade entre a poesia e a intervenção pública, mesmo quando exercida ao mais alto nível».
A escolha da obra «Doze Naus» foi feita por unanimidade pelo júri, constituído pelos escritores Vasco Graça Moura, Nuno Júdice e Fernando Pinto Amaral.
Alegre mostrou-se também «honrado» por a decisão ter sido tomada por um júri constituído por «três distintos e grandes poetas portugueses». E referiu que o prémio Dom Dinis tem persistido em promover as artes e a literatura portuguesas.
O prémio Dom Dinis, patrocinado pelo Instituto Português do Livro e pela Caixa Geral de Depósitos, tem actualmente o valor de 7.500 euros.
Já ganharam este prémio escritores como José Saramago, Camilo José Cela, Agustina Bessa Luís ou Almeida Faria.
Lusa
Manuel Alegre retribuiu afirmando ser uma «honra e motivo de especial satisfação» receber o prémio das mãos de Cavaco Silva, a quem expressou o seu «respeito institucional e consideração pessoal».
O prémio Dom Dinis, atribuído pela Fundação Casa de Mateus desde 1981, foi entregue ao poeta pela sua obra «Doze Naus».
«A atribuição do prémio Dom Dinis ao poeta Manuel Alegre reveste-se de um significado muito especial», afirmou o Presidente da República. Cavaco Silva e Manuel Alegre foram adversários nas últimas eleições presidenciais.
O Presidente da República sublinhou a «feliz coincidência» de se tratar de um poeta, que é também político, a receber um prémio com o nome de alguém que, além de político, foi «igualmente um notável trovador».
A obra de Manuel Alegre «é, sem dúvida, uma das que mais se identificam com a nossa história e com alguns dos sentimentos que, ao longo dos séculos, se enraizaram profundamente na nossa maneira de ser e de sentir», disse Cavaco Silva.
«Quero felicitar vivamente Manuel Alegre, antes de mais, por este prémio e pelo muito que a sua obra tem feito em prol da língua e da cultura portuguesas».
Manuel alegre agradeceu a Cavaco Silva mas frisou que, o que mais o toca, é o prémio ter o nome de um rei poeta, um rei que foi o autor de alguns dos primeiros grandes poemas escritos em português e o primeiro a demonstrar que, «ao contrário dos preconceitos, não há incompatibilidade entre a poesia e a intervenção pública, mesmo quando exercida ao mais alto nível».
A escolha da obra «Doze Naus» foi feita por unanimidade pelo júri, constituído pelos escritores Vasco Graça Moura, Nuno Júdice e Fernando Pinto Amaral.
Alegre mostrou-se também «honrado» por a decisão ter sido tomada por um júri constituído por «três distintos e grandes poetas portugueses». E referiu que o prémio Dom Dinis tem persistido em promover as artes e a literatura portuguesas.
O prémio Dom Dinis, patrocinado pelo Instituto Português do Livro e pela Caixa Geral de Depósitos, tem actualmente o valor de 7.500 euros.
Já ganharam este prémio escritores como José Saramago, Camilo José Cela, Agustina Bessa Luís ou Almeida Faria.
Lusa
Teatrando - Fragateiro Exonerado
O conselho de administração do Teatro D. Maria II foi demitido em Julho por falta de «idoneidade, capacidade e experiência de gestão, com sentido de interesse público», entre outras razões, deixando um prejuízo de 1,9 milhões de euros.As razões que levaram os ministros da Cultura e das Finanças a dissolver o conselho de administração daquele teatro nacional, presidido por Carlos Fragateiro, são reveladas num despacho publicado no Diário da República (DRE), datado de 28 de Julho.
Para demitir a equipa de Carlos Fragateiro, a tutela apontou ainda a «inexistência de padrões de elevada exigência, rigor, eficiência e transparência» ao ler as actas das reuniões do conselho de administração.
O documento dá conta de que o conselho de administração não cumpriu os objectivos traçados para o Teatro D. Maria II, como «a divulgação e valorização dos criadores, nomeadamente os nacionais» e «a qualificação progressiva dos elementos artísticos e técnicos dos seus quadros».
«A colaboração com escolas de ensino superior artístico (...) foi escassa», refere ainda o despacho.
O documento refere igualmente o deterioramento das relações internacionais do D. Maria II, dando como exemplo o dramaturgo espanhol Manuel Martinez Mediero, que encenou em 2007 a peça «Longas Férias com Oliveira Salazar» e que classificou o ambiente no teatro nacional como de «banditismo».
Quanto aos resultados financeiros da gestão em 2007, o despacho dá conta de um prejuízo de 1,9 milhões de euros.
Em Julho, quando anunciou a dissolução do conselho de administração, o ministro da Cultura, José António Pinto Ribeiro, disse que a exoneração do encenador Carlos Fragateiro fora decidida com base em «factos fundamentados» relacionados com a «natureza da gestão» e não com «comportamentos artísticos».
Na altura, Carlos Fragateiro argumentou que a exoneração fora assinada sem que a sua defesa tivesse sido levada em conta e que os pressupostos que justificaram a sua saída eram «extremamente frágeis».
Sem identificar os pressupostos, Fragateiro disse que iria accionar os meios judiciais em defesa do projecto que criou para o D. Maria II desde que tomou posse em 2006.
Carlos Fragateiro tinha um mandato até 2010, mas foi substituído no final de Julho na presidência do conselho de administração por Maria João Brilhante, já em funções.
Ainda não foi anunciado o novo director artístico do D. Maria II.
Diário Digital / Lusa
sexta-feira, 12 de setembro de 2008
Animando - 9:13

9:13 procura ser um conceito. Um conceito de mudança de quem se quer afirmar artisticamente seja lá em que campo seja. 9:13 é um conceito de liberdade. De liberdade criativa que procura a afirmação do individual como irrepetível e único.
Este é já o terceiro encontro, que de um modo geral só tem juntado gentes da música. Procuramos com isto trocar experiências e ideias. Mas acima de tudo queremos criar um espaço onde nos possamos admirar uns aos outros. Queremos acabar com essa ideia sem sentido de que a capacidade de admiração não passa do próprio umbigo.
Desta vez vamo-nos reunir no Alto da Pena. Ao descer Rua Pedro José de Ornelas, chega-se à casa do Ti Alberto, vira-se à esquerda, continua-se até chegar à árvore de suma-à-uma plantada num triângulo a meio de uma encruzilhada de 3 estradas. O ponto de encontro é mesmo em frente... uma esplanada com músicos a fazer música, com actores a dizer poesia e acima de tudo com gente... da boa!
On Mute, DD Peartree, Punk d’Amour, Mr. Reno, Lidiane Duailibi e Nuno Morna serão alguns dos presentes na iniciativa. Via web participará o projecto Erróneus do Porto.
Será também apresentado o Manifesto C.R.A.P. (Comité de Apoio À Produção, que aos poucos vai reunindo cada vez mais gente à sua volta) e os primeiros projectos deste movimento que se quer de todos.
Este é já o terceiro encontro, que de um modo geral só tem juntado gentes da música. Procuramos com isto trocar experiências e ideias. Mas acima de tudo queremos criar um espaço onde nos possamos admirar uns aos outros. Queremos acabar com essa ideia sem sentido de que a capacidade de admiração não passa do próprio umbigo.
Desta vez vamo-nos reunir no Alto da Pena. Ao descer Rua Pedro José de Ornelas, chega-se à casa do Ti Alberto, vira-se à esquerda, continua-se até chegar à árvore de suma-à-uma plantada num triângulo a meio de uma encruzilhada de 3 estradas. O ponto de encontro é mesmo em frente... uma esplanada com músicos a fazer música, com actores a dizer poesia e acima de tudo com gente... da boa!
On Mute, DD Peartree, Punk d’Amour, Mr. Reno, Lidiane Duailibi e Nuno Morna serão alguns dos presentes na iniciativa. Via web participará o projecto Erróneus do Porto.
Será também apresentado o Manifesto C.R.A.P. (Comité de Apoio À Produção, que aos poucos vai reunindo cada vez mais gente à sua volta) e os primeiros projectos deste movimento que se quer de todos.
Blogando - Agri...Cultura
A agricultura também é... cultura. Um blog madeirense sobre assuntos agricolas... não só!!!
http://agricultando.blogs.sapo.pt
http://agricultando.blogs.sapo.pt
Lendo - Novas Edições
Chama-se “A Viagem do Elefante” (Caminho, Leya) a mais recente obra do prémio Nobel da Literatura 1998, que será publicada em Novembro, pela Caminho (Leya).
António Lobo Antunes, que acaba de ser distinguido com o Prémio Literário Juan Rulfo, um dos mais importantes galardões da literatura latino-americana, pela primeira vez atribuído a um autor português, lançará em Outubro o romance “O Arquipélago da Insónia” (Dom Quixote).
Pertencente à nova geração de autores portugueses, João Tordo, de 33 anos, publica este mês o seu terceiro romance, “As 3 Vidas”, com a chancela da QuidNovi, depois de “O Livro dos Homens sem Luz” (2004) e “Hotel Memória” (2007).
Oito anos depois de “Irene ou o Contrato Social”, Maria Velho da Costa, Prémio Camões 2002, apresenta “Myra”, um romance que será publicado em Outubro pela Assírio & Alvim, com ilustrações da pintora Ilda David.
António Mega Ferreira estreia-se como romancista, com “A Blusa Romena” - título de um quadro que Henri Matisse pintou em 1940 - numa edição da Sextante que estará disponível no final deste mês.
Ontem, saiu o terceiro romance de Patrícia Reis, “No Silêncio de Deus”, pela Dom Quixote (Leya), depois de “Amor em Segunda Mão” (2006) e “Morder-te o Coração” (2007).
Pela Dom Quixote, o luso-sueco Miguel Gullander publica o seu segundo romance, “Perdido de Volta”, depois da sua obra de estreia, “A Balada do Marinheiro-de-Estrada”, editada em 2006 pela Cavalo de Ferro.
Ana Teresa Pereira lança também este mês um novo romance, “O Verão Selvagem dos Teus Olhos”, com chancela da Relógio d'Água, que apresenta ainda “Investigações Geométricas”, de Gonçalo M. Tavares, uma reedição da obra inicialmente publicada pelo Teatro Campo Alegre.
Rui Zink lança pela Teorema um romance de suspense e aventura chamado “O Destino Turístico”.
“As Esquinas do Tempo”, o novo romance de Rosa Lobato de Faria, é o primeiro título a ser lançado, este mês, pela Divisão Editorial Literária de Lisboa Porto Editora, a que se seguirá “O Priorado do Cifrão”, de João Aguiar.
O livro de contos de José Cardoso Pires intitulado “Histórias de Amor”, publicado em 1952 e logo apreendido pela censura, será reeditado pelas Edições Nelson de Matos na segunda quinzena de Setembro.
Uma antologia de contos publicados e dispersos de Jacinto Lucas Pires, “Assobiar em Público”, será publicada pela Cotovia igualmente em Setembro.
Também Miguel Esteves Cardoso lançará um novo título, um volume de crónicas a que chamou “Em Portugal Não se Come Mal”, editado pela Assírio & Alvim e que estará nas livrarias a 15 de Setembro.
Jorge Reis-Sá apresenta “Os Esquilos de Long Island”, um livro de crónicas editado pelas Quasi, que lançarão também, em Outubro, “Nós, os Portugueses”, de Maria Filomena Mónica, e o “IV volume da Obra Poética de Artur do Cruzeiro Seixas” e, em Dezembro, “Limites para uma Árvore” (Poesia Reunida, 1956-2006), de Fernando Guimarães.
“A Faca não Corta o Fogo” - súmula & inédita é o título do novo livro de Herberto Helder que a Assírio & Alvim vai publicar ainda em Setembro, bem como uma antologia de poesia de António Barahona, intitulada “O Sentido da Vida é só Cantar”.
Nuno Júdice lança a 25 de Setembro, com a chancela das Edições Nelson de Matos, “O Breve Sentimento do Eterno”, e a Cotovia apresenta também este mês o novo livro de poesia de Luís Quintais, “Mais Espesso que a Água”.
Tenham então muitas e boas leituras!
António Lobo Antunes, que acaba de ser distinguido com o Prémio Literário Juan Rulfo, um dos mais importantes galardões da literatura latino-americana, pela primeira vez atribuído a um autor português, lançará em Outubro o romance “O Arquipélago da Insónia” (Dom Quixote).
Pertencente à nova geração de autores portugueses, João Tordo, de 33 anos, publica este mês o seu terceiro romance, “As 3 Vidas”, com a chancela da QuidNovi, depois de “O Livro dos Homens sem Luz” (2004) e “Hotel Memória” (2007).
Oito anos depois de “Irene ou o Contrato Social”, Maria Velho da Costa, Prémio Camões 2002, apresenta “Myra”, um romance que será publicado em Outubro pela Assírio & Alvim, com ilustrações da pintora Ilda David.
António Mega Ferreira estreia-se como romancista, com “A Blusa Romena” - título de um quadro que Henri Matisse pintou em 1940 - numa edição da Sextante que estará disponível no final deste mês.
Ontem, saiu o terceiro romance de Patrícia Reis, “No Silêncio de Deus”, pela Dom Quixote (Leya), depois de “Amor em Segunda Mão” (2006) e “Morder-te o Coração” (2007).
Pela Dom Quixote, o luso-sueco Miguel Gullander publica o seu segundo romance, “Perdido de Volta”, depois da sua obra de estreia, “A Balada do Marinheiro-de-Estrada”, editada em 2006 pela Cavalo de Ferro.
Ana Teresa Pereira lança também este mês um novo romance, “O Verão Selvagem dos Teus Olhos”, com chancela da Relógio d'Água, que apresenta ainda “Investigações Geométricas”, de Gonçalo M. Tavares, uma reedição da obra inicialmente publicada pelo Teatro Campo Alegre.
Rui Zink lança pela Teorema um romance de suspense e aventura chamado “O Destino Turístico”.
“As Esquinas do Tempo”, o novo romance de Rosa Lobato de Faria, é o primeiro título a ser lançado, este mês, pela Divisão Editorial Literária de Lisboa Porto Editora, a que se seguirá “O Priorado do Cifrão”, de João Aguiar.
O livro de contos de José Cardoso Pires intitulado “Histórias de Amor”, publicado em 1952 e logo apreendido pela censura, será reeditado pelas Edições Nelson de Matos na segunda quinzena de Setembro.
Uma antologia de contos publicados e dispersos de Jacinto Lucas Pires, “Assobiar em Público”, será publicada pela Cotovia igualmente em Setembro.
Também Miguel Esteves Cardoso lançará um novo título, um volume de crónicas a que chamou “Em Portugal Não se Come Mal”, editado pela Assírio & Alvim e que estará nas livrarias a 15 de Setembro.
Jorge Reis-Sá apresenta “Os Esquilos de Long Island”, um livro de crónicas editado pelas Quasi, que lançarão também, em Outubro, “Nós, os Portugueses”, de Maria Filomena Mónica, e o “IV volume da Obra Poética de Artur do Cruzeiro Seixas” e, em Dezembro, “Limites para uma Árvore” (Poesia Reunida, 1956-2006), de Fernando Guimarães.
“A Faca não Corta o Fogo” - súmula & inédita é o título do novo livro de Herberto Helder que a Assírio & Alvim vai publicar ainda em Setembro, bem como uma antologia de poesia de António Barahona, intitulada “O Sentido da Vida é só Cantar”.
Nuno Júdice lança a 25 de Setembro, com a chancela das Edições Nelson de Matos, “O Breve Sentimento do Eterno”, e a Cotovia apresenta também este mês o novo livro de poesia de Luís Quintais, “Mais Espesso que a Água”.
Tenham então muitas e boas leituras!
Musicando - Mariza Nomeada para um Grammy
Mariza foi nomeada para a 9ª edição dos Latin Grammy Awards, com o seu último álbum, «Terra», na categoria de Melhor Álbum Folk, anunciaram esta quarta-feira os representantes da artista em Portugal.Trata-se da segunda vez que Mariza é nomeada para os Latin Grammy Awards - prémios atribuídos anualmente desde 2000, pela secção latina da National Academy of Recording Arts and Sciences norte-americana - depois de no ano passado ter sido seleccionada com o registo ao vivo «Concerto em Lisboa», também na categoria de Melhor Álbum Folk.
«Terra», o quarto CD de originais gravado pela cantora, que se encontra no top de vendas da Associação Fonográfica Portuguesa desde que foi editado, a 30 de Junho deste ano, e é já disco de platina, integrou uma das 49 categorias dos Latin Grammy Awards deste ano, destinada a premiar os melhores discos lançados entre 1 de Julho de 2007 e 30 de Junho de 2008.
A cerimónia de entrega dos prémios realiza-se a 13 de Novembro, no Toyota Center, em Houston, no Estado norte-americano do Texas.
Musicando - Metallica "The Day That Never Comes"
Aí está o mais recente vídeo dos Metallica que promove o seu último CD.
quinta-feira, 11 de setembro de 2008
Musicando - Ana Moura

Amanhã teremos entre nós Ana Moura que, a par de Marisa, é sem dúvida uma das melhores vozes portuguesas do momento.
O espectáculo terá lugar amanhã, pelas 21.30h, no Largo do Colégio e é mais um concerto integrado nas comemorações dos 500 anos da nossa cidade/capital.
"... E depois levantou-se uma rapariga que não conhecíamos, chamada Ana Moura, e começou a cantar. Todos os sintomas antigos, suados com Argentina Santos na Parreirinha, me assaltaram: o arrepio na espinha, a comoção de molhar os olhos, o espanto de ser apanhado de coração na boca. E isto, espanto maior ainda, pela televisão. E não é como se faltassem grandes fadistas – mais velhas ou tão jovens como Ana Moura. Abundam como nunca antes. Estamos numa época de ouro do Fado, como se sabe..."
"Mas Ana Moura, para além da voz e da interpretação perfeitas, tem a qualidade raríssima e primitiva que tem Argentina Santos: a verdade natural, sem esforço ou premeditação. Não é do Povo – É o Povo. Não é de Lisboa – É Lisboa. Não é Fadista – É o Fado."
Miguel Esteves Cardoso. (In o susto do fado e a beleza da verdade. A Preguiça – O Independente)
"Mas Ana Moura, para além da voz e da interpretação perfeitas, tem a qualidade raríssima e primitiva que tem Argentina Santos: a verdade natural, sem esforço ou premeditação. Não é do Povo – É o Povo. Não é de Lisboa – É Lisboa. Não é Fadista – É o Fado."
Miguel Esteves Cardoso. (In o susto do fado e a beleza da verdade. A Preguiça – O Independente)
Ana Moura nasceu em Santarém e cresceu num núcleo familiar em que todos cantavam em reuniões e acontecimentos particulares. Cedo desenvolveu gosto por vários estilos musicais, mas o fado foi sempre uma presença constante. No final da sua adolescência, numa festa de Natal, vários fadistas e guitarristas tiveram oportunidade de ouvi-la, entre os quais a Maria da Fé que a convidou para fazer parte do elenco da sua casa de fados, o Sr. Vinho. Esse foi o momento que projectou a sua carreira definitivamente no meio do Fado.
Através do seu trabalho diário no Sr. Vinho, conheceu o compositor e guitarrista Jorge Fernando, músico residente na altura, tendo iniciado uma relação profissional e de cumplicidade que se mantém até hoje.
Assim, em 2003 é editado o seu primeiro disco “Guarda-me a Vida na Mão” que recebe os mais rasgados elogios dos media e tem grande aceitação por parte do público tanto nacional como no estrangeiro. É por esta altura que Ana Moura começa as suas digressões pelo mundo fora tendo actuado no prestigiado Town Hall, nos Estados Unidos.
“Aconteceu”, o seu segundo disco, é editado em 2004 e trata-se de um duplo trabalho dividido em duas áreas temáticas: - O primeiro disco, a que se chamou «A porta do fado»», aborda o fado clássico e o segundo disco, intitulado «Dentro de casa», debruça-se sobre o fado tradicional. É por esta altura que Ana Moura recebe um convite para actuar no célebre Carnegie Hall, de Nova Iorque, em Fevereiro de 2005, tornando-se assim na primeira cantora portuguesa a actuar na mítica sala nova-iorquina.
Este disco leva-a novamente a grandes digressões no estrangeiro, tendo Ana Moura actuado em vários países europeus como Holanda, França, bem como nos Estados Unidos e na China, tornando-se numa das mais bem sucedidas artistas portuguesas. De tal forma, que em 2005 o seu disco “Aconteceu” foi nomeado para um dos mais prestigiados prémios da World Music – os Edison Awards.
É por esta altura que surge o convite de Tim Ries (saxofonista dos Rolling Stones e que ficou encantado com a voz de Ana Moura através de um disco que encontrou no Japão) para participar no 2º volume da colectânea “The Rolling Stones Project”, um projecto por ele dinamizado. Assim, aproveitando o concerto dos Rolling Stones no Porto, Ana Moura grava dois temas adaptados para fado por Jorge Fernando e Custódio Castelo. Mais tarde, Ana Moura viria a ser surpreendida com um convite dos Stones para subir ao palco do Estádio Alvalade XXI, em Junho deste ano e, perante mais de 30 mil pessoas, cantar com Mick Jagger a sua versão de “No Expectations”. Convite este que surgiu após a ida dos Stones à casa de fados onde Ana Moura usualmente canta. Desta amizade surge a participação de Tim Ries (participação em “A Sós Com a Noite” e a autoria de “Velho Anjo”) naquele que viria a ser o terceiro trabalho de Ana Moura. No final de 2006, Ana Moura começou a gravar o seu terceiro disco de originais, com edição no primeiro semestre de 2007.
Em “Para Além da Saudade”, Ana Moura interpreta temas tradicionais, como é o caso do Fado Blanc ou do Fado Azenha mas continua a arriscar em novas letras, músicas e parcerias, cantando poemas de Fausto (Nascidos do mar), Amélia Muge (o Fado da Procura) ou Nuno Miguel Guedes (Mapa do coração) mas também, e uma vez mais, de Jorge Fernando, produtor musical do disco e autor/compositor de alguns dos temas.
Depois do sucesso do lançamento deste seu terceiro disco, Ana Moura percorreu o país de lés a lés, sendo de destacar os concertos na Casa da Música, em Câmara de Lobos na Madeira, em Coruche, a sua terra natal, no Castelo de São Jorge, a participação no concerto dos Rolling Stones no Estádio de Alvalade, entre outros, e que culminou com a apresentação de “Para Além da Saudade” no Grande Auditório do Centro Cultural de Belém, em Outubro. Mas não foi só Portugal que teve oportunidade de ouvir ao vivo temas como “Os Búzios” ou “O Fado da Procura”, Ana Moura também se apresentou na Alemanha, Holanda, Itália, Japão e República Checa.
O ano de 2008 começa com uma tournée europeia que passa pela Holanda, Bélgica, França, Alemanha e Espanha, seguindo-se alguns concertos em Portugal. Entretanto é lhe atribuído o galardão de Disco de Platina, referente e a 20 mil discos vendidos. Em Março, Ana Moura continua com as apresentações ao vivo, desta vez com mais uma tournée pelos Estados Unidos e México, onde a crítica foi unânime em confirmar o seu talento.
Mas o sucesso de Ana Moura não passa despercebido também em Portugal. Em Maio é distinguida com o Prémio Amália para Melhor Intérprete 2007, atribuído pela Fundação Amália Rodrigues.
Em Junho de 2008, a fadista apresenta-se pela primeira vez naquelas que são duas das mais especiais e míticas salas do país: o Coliseu do Porto e o Coliseu dos Recreios em Lisboa, em duas noites, consideradas pelo público e pela crítica, memoráveis. A seu lado Ana Moura teve duas convidadas muito especiais: Beatriz da Conceição e Maria da Fé, dois nomes incontornáveis na história do Fado. A partilhar esta noite especial, esteve também Jorge Fernando, produtor musical e cúmplice da fadista.
Actualmente, a fadista encontra-se a preparar os seus próximos concertos de apresentação do seu último trabalho “Para Além da Saudade”.
2008 promete ser a continuação de uma carreira consolidada.
Através do seu trabalho diário no Sr. Vinho, conheceu o compositor e guitarrista Jorge Fernando, músico residente na altura, tendo iniciado uma relação profissional e de cumplicidade que se mantém até hoje.
Assim, em 2003 é editado o seu primeiro disco “Guarda-me a Vida na Mão” que recebe os mais rasgados elogios dos media e tem grande aceitação por parte do público tanto nacional como no estrangeiro. É por esta altura que Ana Moura começa as suas digressões pelo mundo fora tendo actuado no prestigiado Town Hall, nos Estados Unidos.
“Aconteceu”, o seu segundo disco, é editado em 2004 e trata-se de um duplo trabalho dividido em duas áreas temáticas: - O primeiro disco, a que se chamou «A porta do fado»», aborda o fado clássico e o segundo disco, intitulado «Dentro de casa», debruça-se sobre o fado tradicional. É por esta altura que Ana Moura recebe um convite para actuar no célebre Carnegie Hall, de Nova Iorque, em Fevereiro de 2005, tornando-se assim na primeira cantora portuguesa a actuar na mítica sala nova-iorquina.
Este disco leva-a novamente a grandes digressões no estrangeiro, tendo Ana Moura actuado em vários países europeus como Holanda, França, bem como nos Estados Unidos e na China, tornando-se numa das mais bem sucedidas artistas portuguesas. De tal forma, que em 2005 o seu disco “Aconteceu” foi nomeado para um dos mais prestigiados prémios da World Music – os Edison Awards.
É por esta altura que surge o convite de Tim Ries (saxofonista dos Rolling Stones e que ficou encantado com a voz de Ana Moura através de um disco que encontrou no Japão) para participar no 2º volume da colectânea “The Rolling Stones Project”, um projecto por ele dinamizado. Assim, aproveitando o concerto dos Rolling Stones no Porto, Ana Moura grava dois temas adaptados para fado por Jorge Fernando e Custódio Castelo. Mais tarde, Ana Moura viria a ser surpreendida com um convite dos Stones para subir ao palco do Estádio Alvalade XXI, em Junho deste ano e, perante mais de 30 mil pessoas, cantar com Mick Jagger a sua versão de “No Expectations”. Convite este que surgiu após a ida dos Stones à casa de fados onde Ana Moura usualmente canta. Desta amizade surge a participação de Tim Ries (participação em “A Sós Com a Noite” e a autoria de “Velho Anjo”) naquele que viria a ser o terceiro trabalho de Ana Moura. No final de 2006, Ana Moura começou a gravar o seu terceiro disco de originais, com edição no primeiro semestre de 2007.
Em “Para Além da Saudade”, Ana Moura interpreta temas tradicionais, como é o caso do Fado Blanc ou do Fado Azenha mas continua a arriscar em novas letras, músicas e parcerias, cantando poemas de Fausto (Nascidos do mar), Amélia Muge (o Fado da Procura) ou Nuno Miguel Guedes (Mapa do coração) mas também, e uma vez mais, de Jorge Fernando, produtor musical do disco e autor/compositor de alguns dos temas.
Depois do sucesso do lançamento deste seu terceiro disco, Ana Moura percorreu o país de lés a lés, sendo de destacar os concertos na Casa da Música, em Câmara de Lobos na Madeira, em Coruche, a sua terra natal, no Castelo de São Jorge, a participação no concerto dos Rolling Stones no Estádio de Alvalade, entre outros, e que culminou com a apresentação de “Para Além da Saudade” no Grande Auditório do Centro Cultural de Belém, em Outubro. Mas não foi só Portugal que teve oportunidade de ouvir ao vivo temas como “Os Búzios” ou “O Fado da Procura”, Ana Moura também se apresentou na Alemanha, Holanda, Itália, Japão e República Checa.
O ano de 2008 começa com uma tournée europeia que passa pela Holanda, Bélgica, França, Alemanha e Espanha, seguindo-se alguns concertos em Portugal. Entretanto é lhe atribuído o galardão de Disco de Platina, referente e a 20 mil discos vendidos. Em Março, Ana Moura continua com as apresentações ao vivo, desta vez com mais uma tournée pelos Estados Unidos e México, onde a crítica foi unânime em confirmar o seu talento.
Mas o sucesso de Ana Moura não passa despercebido também em Portugal. Em Maio é distinguida com o Prémio Amália para Melhor Intérprete 2007, atribuído pela Fundação Amália Rodrigues.
Em Junho de 2008, a fadista apresenta-se pela primeira vez naquelas que são duas das mais especiais e míticas salas do país: o Coliseu do Porto e o Coliseu dos Recreios em Lisboa, em duas noites, consideradas pelo público e pela crítica, memoráveis. A seu lado Ana Moura teve duas convidadas muito especiais: Beatriz da Conceição e Maria da Fé, dois nomes incontornáveis na história do Fado. A partilhar esta noite especial, esteve também Jorge Fernando, produtor musical e cúmplice da fadista.
Actualmente, a fadista encontra-se a preparar os seus próximos concertos de apresentação do seu último trabalho “Para Além da Saudade”.
2008 promete ser a continuação de uma carreira consolidada.
Cinema - Star Wars: A Guerra dos Clones
Sim, é verdade sou um starwarsmaníaco. Não perdi nenhum, tenho os dvd's todos... repetidos por causa dos Director Cut. Etc.
Não fui ver este porque, infelizmente, entre nós grassa essa verdadeira idiotice que são as versões dobradas para português. Nem quero imaginar o que será a voz de Mestre Ioda a falar a nossa língua pátria. Deviamos sempre ter a opção de escolha entre a versão dobrada e a versão original. Mas enfim...
Título original: Star Wars: The Clone
Realizador: Dave Filoni
Com: (Vozes) Anthony Daniels, Matt Lanter, Greg Ellis, Ian Abercrombie, Matthew Wood
Género: Animação
Classificação: NA
Origem: EUA/Singapura
Duração: 90 min.
Site Oficial: http://www.starwars.com/clonewars/site/index.html
A saga Star Wars assume um novo e deslumbrante visual no primeiro filme animado de sempre da Lucasfilm Animation – «STAR WARS: A GUERRA DOS CLONES».
A galáxia está a ser consumida pela Guerra dos Clones, uma enorme guerra civil que tem como rivais os terríveis Separatists e os seus exércitos de droids contra a República e os seus protectores Jedi. Para ganhar vantagem neste conflito, o Cavaleiro Jedi Anakin Skywalker e a sua aluna Padawan, Ahsoka Tano, são enviados numa missão com consequências de longo alcance, e que irá proporcionar um encontro com o famigerado criminoso lorde Jabba the Hutt. Cientes dos perigos que os esperam em Tatooine, Anakin e Ahsoka são também perseguidos pelo Conde Dooku e os seus agentes sinistros - incluindo o misterioso Asajj Ventress - que vão fazer tudo para garantir que os Jedi são derrotados. Entretanto, na linha de frente, Obi-Wan Kenobi e Mestre Yoda lideram os clones, de modo a resistirem às forças do lado negro...
Não fui ver este porque, infelizmente, entre nós grassa essa verdadeira idiotice que são as versões dobradas para português. Nem quero imaginar o que será a voz de Mestre Ioda a falar a nossa língua pátria. Deviamos sempre ter a opção de escolha entre a versão dobrada e a versão original. Mas enfim...
Título original: Star Wars: The Clone
Realizador: Dave Filoni
Com: (Vozes) Anthony Daniels, Matt Lanter, Greg Ellis, Ian Abercrombie, Matthew Wood
Género: Animação
Classificação: NA
Origem: EUA/Singapura
Duração: 90 min.
Site Oficial: http://www.starwars.com/clonewars/site/index.html
A saga Star Wars assume um novo e deslumbrante visual no primeiro filme animado de sempre da Lucasfilm Animation – «STAR WARS: A GUERRA DOS CLONES».
A galáxia está a ser consumida pela Guerra dos Clones, uma enorme guerra civil que tem como rivais os terríveis Separatists e os seus exércitos de droids contra a República e os seus protectores Jedi. Para ganhar vantagem neste conflito, o Cavaleiro Jedi Anakin Skywalker e a sua aluna Padawan, Ahsoka Tano, são enviados numa missão com consequências de longo alcance, e que irá proporcionar um encontro com o famigerado criminoso lorde Jabba the Hutt. Cientes dos perigos que os esperam em Tatooine, Anakin e Ahsoka são também perseguidos pelo Conde Dooku e os seus agentes sinistros - incluindo o misterioso Asajj Ventress - que vão fazer tudo para garantir que os Jedi são derrotados. Entretanto, na linha de frente, Obi-Wan Kenobi e Mestre Yoda lideram os clones, de modo a resistirem às forças do lado negro...
Etiquetas:
Cinema,
Star Wars: A Guerra dos Clones
Lendo - Lírica de Camões editada em inglês
«Collected Lyric Poems of Luís de Camões», uma colectânea traduzida por Landeg White, professor e poeta britânico a leccionar na Universidade Aberta (UAb), acaba de ser editada pela Princeton University Press, nos EUA.«Luís de Camões é famoso em todo o mundo como autor do grande épico do renascimento, «Os Lusíadas», mas a sua enorme e igualmente importante obra de poesia lírica é praticamente desconhecida fora de Portugal», assinalou a editora.
O facto de a antologia estar organizada de acordo com as viagens de Camões «permite a leitura do livro como uma viagem», diz Richard Howard, editor da série Lockert Library os Poetry in Translation.
A obra vai ser apresentada em Portugal no dia 25 de Setembro, pelas 17:30, no Salão Nobre da UAb.
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
Musicando - Black Dog Blues Band no Kool

Hoje Black Dog Blues Band no Kool.
A banda nasceu em S. Paulo, Brasil, em 1989, tendo o seu mentor Daniel Caires Henriques voltado a residir na Madeira, de onde é originário, a partir de Janeiro de 2006.
Resolveu então retomar o projecto iniciado no Brasil, tendo a banda desde a sua refundação no Funchal, tido algumas alterações na sua composição.
A banda nasceu em S. Paulo, Brasil, em 1989, tendo o seu mentor Daniel Caires Henriques voltado a residir na Madeira, de onde é originário, a partir de Janeiro de 2006.
Resolveu então retomar o projecto iniciado no Brasil, tendo a banda desde a sua refundação no Funchal, tido algumas alterações na sua composição.
Actualmente é composta por:
Daniel Caires Henriques: voz e harmónica, fundador da banda, vasta experiência nos blues, tendo actuado ao lado de Buddy Guy, Ronnie Earl, John Primer, etc.
Miguel Apolinário: guitarrista, músico com larga experiência, em várias vertentes musicais, professor de guitarra na Ama e Caixa da Música.
Paulo Aveiro: baixista, tendo já actuado em bandas como Anjos da Escuridão e Caos,
Eduardo Fernandes: baterista, com formação no Jazz e no Rock, professor de percussão e bateria. Músico da Orquestra Ligeira da Madeira.
No seu alinhamento musical banda tem como proposta os blues nas vertentes Mississipi, Chicago e Jumpin’ Blues da Califórnia, permitindo a quem tenha o prazer de assistir a um dos seus espectáculos desfrutar de uma viagem que vai desde a origem deste género musical, no Mississipi, passando por uma das suas fases intermédias (Chicago) e terminando numa das suas versões mais recentes (Jumpin’ da Califórnia).
Têm actuado em vários locais da Região, nomeadamente no Kelts, Fórum Madeira, Café do Teatro, Madeira Tecnopolo, Qasbah, Marginal, Dá-me Lume e RTP Madeira no programa Madeira em Directo.
Data e horário da apresentação:
10 de Setembro, quarta-feira a partir das 23h.
B.Kool!
Obituário - Hector Zazou
Paris, 09 Set (Lusa) - O compositor e produtor Hector Zazou, que colaborou, entre outros, com Björk e Peter Gabriel, faleceu segunda-feira em Paris, aos 60 anos, após prolongada doença, informaram hoje fontes do seu círculo profissional.Inovador, com uma carreira ecléctica, Zazou nasceu em Sidi bel Abbès, na Argélia, em 11 de Julho de 1948, e foi em França um pioneiro na fusão de músicas aparentemente "inconciliáveis", diferentes no género e na origem geográfica.
O seu último álbum, "In The House Of Mirrors", gravado na Índia, deverá ser lançado em 06 de Outubro pela etiqueta Crammed.
Um dos projectos mais aplaudidos de Zazou foi "Les Nouvelles Polyphonies Corses" (As novas polifonias corsas), que marcou o encontro entre a tradição vocal da Córsega e músicos como o japonês Ryuichi Sakamoto, o camaronês Manu Dibango e o norte-americano John Cale.
Hector Zazou gravou em 1983 com o cantor congolês Bony Bikaye o álbum "Noir et Blanc", considerado um marco em matéria de fusão entre a música africana e a electrónica.
No total, publicou 15 álbuns que o tornaram internacionalmente conhecido, com artistas tão diferentes como a islandesa Björk, a norte-americana Suzanne Vega, a inglesa Siouxsie Sioux, o francês Gérard Depardieu, os norte-americanos Lisa Germano e Laurie Anderson e o galego Carlos Nunez.
in Lusa
Pouco conhecida é a sua passagem por Portugal onde chegou a “tentar” produzir um disco para Né Ladeiras. Algumas coisas foram gravadas mas... por onde andarão?
Discografia
· 1976 ZNR Barricades 3
· 1978 ZNR Traité de Mécanique Populaire
· 1979 La Perversita
· 1983 Zazou/Bikaye/CYI Noir & Blanc
· 1985 Zazou/Bikaye Mr. Manager
· 1985 Géographies
· 1986 Reivax au Bongo
· 1988 Zazou/Bikaye Guilty!
· 1989 Geologies
· 1989 Géographies/13 proverbes Africains
· 1990 Zazou/Bikaye/CYI Noir & Blanc (with extra tracks)
· 1991 Hector Zazou & Les Nouvelles Polyphonies Corses - Les Nouvelles Polyphonies Corses
· 1992 Sahara Blue
· 1992 Various artists Nunc Musics
· 1994 Sainkho Out of Tuva
· 1994 Various artists Sonora 4'94 (includes one outtake from Sahara Blue entitled Realeza)
· 1994 Chansons des mers froides (Songs from the Cold Seas)
· 1995 Harold Budd/Hector Zazou Glyph
· 1997 Barbara Gogan Made on Earth
· 1998 Lights in the Dark
· 1998 Mimi Goese Soak (four tracks produced by Zazou)
· 1999 Carlos Nuñez Os Amores Libros
· 1999 Laurence Revey Le Creux Des Fees
· 2000 Sandy Dillon & Hector Zazou 12 (Las Vegas is Cursed)
· 2000 Bigazzi/Chianura/Henson Drop 6—The Wolf and the Moon
· 2000 Various artists Drop 5.1
· 2001 Anne Grete Preux Alfabet
· 2002 PGR Per Grazia Ricevuta
· 2003 Sevara Nazarkhan Yol Bolsin
· 2003 Strong Currents
· 2004 L'absence
· 2006 Hector Zazou and Bernard Caillaud Quadri(+)Chromies
· 2008 In The House Of Mirrors
· 1976 ZNR Barricades 3
· 1978 ZNR Traité de Mécanique Populaire
· 1979 La Perversita
· 1983 Zazou/Bikaye/CYI Noir & Blanc
· 1985 Zazou/Bikaye Mr. Manager
· 1985 Géographies
· 1986 Reivax au Bongo
· 1988 Zazou/Bikaye Guilty!
· 1989 Geologies
· 1989 Géographies/13 proverbes Africains
· 1990 Zazou/Bikaye/CYI Noir & Blanc (with extra tracks)
· 1991 Hector Zazou & Les Nouvelles Polyphonies Corses - Les Nouvelles Polyphonies Corses
· 1992 Sahara Blue
· 1992 Various artists Nunc Musics
· 1994 Sainkho Out of Tuva
· 1994 Various artists Sonora 4'94 (includes one outtake from Sahara Blue entitled Realeza)
· 1994 Chansons des mers froides (Songs from the Cold Seas)
· 1995 Harold Budd/Hector Zazou Glyph
· 1997 Barbara Gogan Made on Earth
· 1998 Lights in the Dark
· 1998 Mimi Goese Soak (four tracks produced by Zazou)
· 1999 Carlos Nuñez Os Amores Libros
· 1999 Laurence Revey Le Creux Des Fees
· 2000 Sandy Dillon & Hector Zazou 12 (Las Vegas is Cursed)
· 2000 Bigazzi/Chianura/Henson Drop 6—The Wolf and the Moon
· 2000 Various artists Drop 5.1
· 2001 Anne Grete Preux Alfabet
· 2002 PGR Per Grazia Ricevuta
· 2003 Sevara Nazarkhan Yol Bolsin
· 2003 Strong Currents
· 2004 L'absence
· 2006 Hector Zazou and Bernard Caillaud Quadri(+)Chromies
· 2008 In The House Of Mirrors
Musicando - Edições Até ao Final do Ano

O regresso dos Madredeus, com três vozes e percussão, a estreia dos Pontos Negros e uma nova incursão da pianista Maria João Pires na obra de Chopin marcam nos próximos meses a edição discográfica em Portugal.
Depois de uma pausa sabática e da saída de Teresa Salgueiro, os Madredeus preparam-se para lançar este ano um novo álbum de originais, sem data de edição, que contará com três vozes femininas e percussão, disse à Lusa fonte da editora Farol.
Nos Madredeus permanecem apenas Pedro Ayres Magalhães, o autor da maioria dos temas do grupo, e o teclista Carlos Maria Trindade, que estiveram ao longo do último ano a trabalhar em novos temas para o projecto.
A pianista Maria João Pires, que nos próximos meses dará três concertos em Lisboa, edita a 15 de Setembro, na Deutsche Grammophon, ao fim de três anos sem gravar qualquer disco, um duplo álbum com o repertório tardio de Chopin.
No álbum, no qual Maria João Pires interpreta temas que Chopin compôs nos últimos anos de vida (até 1849), participa ainda o violoncelista Pavel Gomziakov.
Até ao final do ano, meses fortes para a edição discográfica, estão previstos dezenas de lançamentos de música portuguesa, com particular destaque para o pop-rock e para o jazz.
No pop-rock assinala-se a estreia da banda Os Pontos Negros, já este mês pela editora independente Flor Caveira, com «Maravilhoso Material Inútil», rock cantado em português por um grupo nascido em Queluz.
Deles já são conhecidos temas como «Conto de fadas de Sintra a Lisboa», «Lili» e «Numerologia».
Os Buraka Som Sistema, que reinventaram o kuduro com a modernidade da electrónica, editam o primeiro álbum, «Black Diamond», no dia 29, enquanto que o rapper Boss AC promete novo álbum, mas ainda sem data.
Para Outubro, está prevista a estreia a solo de Rui Reininho, com «Companhia das Índias», que conta com a participação de nomes como Paulo Furtado, Jorge Palma e Rodrigo Leão.
Até ao final do ano, esperam-se ainda os álbuns de estreia dos 2008 e dos The Guys From The Caravan, novos discos de João Gil, X-Wife, Rose Blanket, Tim, João Pedro Pais, André Sardet, das Just Girls e de Angélico Vieira e Vintém.
No jazz, a cantora Sara Serpa edita em Outubro o álbum de estreia «Praia», com produção do saxofonista Greg Osby, e os Tetterapadequ, projecto de improvisação de músicos portugueses e italianos, lançam «And the Missing R».
Os guitarristas Afonso Pais e André Matos lançam «Subsequências» (pela alemã Enja) e «Rosa Shock», respectivamente, e o trompetista Laurent Filipe propõe «Flick Music».
O pianista Bernardo Sassetti e o Will Holshouser Trio, que actuaram este ano nos Dias da Música no CCB, gravaram um álbum que a Clean Feed editará em breve.
Destaque ainda para o novo álbum de Maria João e Mário Laginha, ainda sem data de edição, que assinala os 25 anos de carreira da cantora.
No fado, estão previstos lançamentos de novos discos de Mafalda Arnauth («Flor do Fado»), Joana Amendoeira, Hélder Moutinho e Cristina Nóbrega («Palavras do meu fado»).
João Afonso e João Lucas prepararam «Um redondo vocábulo» para sair em Outubro e a editora Farol irá lançar um disco tributo a Carlos Paião que contará com Balla, Pólo Norte, Tiago Bettencourt, entre outros.
Nos próximos meses haverá ainda «El fad», do guitarrista José Peixoto, «Caminho Longi», de Dany Silva, e novos álbuns de Tony Carreira e Dulce Pontes.
A editora Numérica irá lançar, entre outros, «Variedades de Proteu», com música de Armando Teixeira a partir de um texto de António José da Silva, «Madrigais Camonianos», de Luís de Freitas Branco, e música coral de Fernando Lopes-Graça, ambos pelo Coro Gulbenkian.
O pianista João Paulo Santos e o violinista Bruno Monteiro voltam a colaborar no álbum «20th century expressions», a editar este mês.
in Diário Digital
Depois de uma pausa sabática e da saída de Teresa Salgueiro, os Madredeus preparam-se para lançar este ano um novo álbum de originais, sem data de edição, que contará com três vozes femininas e percussão, disse à Lusa fonte da editora Farol.
Nos Madredeus permanecem apenas Pedro Ayres Magalhães, o autor da maioria dos temas do grupo, e o teclista Carlos Maria Trindade, que estiveram ao longo do último ano a trabalhar em novos temas para o projecto.
A pianista Maria João Pires, que nos próximos meses dará três concertos em Lisboa, edita a 15 de Setembro, na Deutsche Grammophon, ao fim de três anos sem gravar qualquer disco, um duplo álbum com o repertório tardio de Chopin.
No álbum, no qual Maria João Pires interpreta temas que Chopin compôs nos últimos anos de vida (até 1849), participa ainda o violoncelista Pavel Gomziakov.
Até ao final do ano, meses fortes para a edição discográfica, estão previstos dezenas de lançamentos de música portuguesa, com particular destaque para o pop-rock e para o jazz.
No pop-rock assinala-se a estreia da banda Os Pontos Negros, já este mês pela editora independente Flor Caveira, com «Maravilhoso Material Inútil», rock cantado em português por um grupo nascido em Queluz.
Deles já são conhecidos temas como «Conto de fadas de Sintra a Lisboa», «Lili» e «Numerologia».
Os Buraka Som Sistema, que reinventaram o kuduro com a modernidade da electrónica, editam o primeiro álbum, «Black Diamond», no dia 29, enquanto que o rapper Boss AC promete novo álbum, mas ainda sem data.
Para Outubro, está prevista a estreia a solo de Rui Reininho, com «Companhia das Índias», que conta com a participação de nomes como Paulo Furtado, Jorge Palma e Rodrigo Leão.
Até ao final do ano, esperam-se ainda os álbuns de estreia dos 2008 e dos The Guys From The Caravan, novos discos de João Gil, X-Wife, Rose Blanket, Tim, João Pedro Pais, André Sardet, das Just Girls e de Angélico Vieira e Vintém.
No jazz, a cantora Sara Serpa edita em Outubro o álbum de estreia «Praia», com produção do saxofonista Greg Osby, e os Tetterapadequ, projecto de improvisação de músicos portugueses e italianos, lançam «And the Missing R».
Os guitarristas Afonso Pais e André Matos lançam «Subsequências» (pela alemã Enja) e «Rosa Shock», respectivamente, e o trompetista Laurent Filipe propõe «Flick Music».
O pianista Bernardo Sassetti e o Will Holshouser Trio, que actuaram este ano nos Dias da Música no CCB, gravaram um álbum que a Clean Feed editará em breve.
Destaque ainda para o novo álbum de Maria João e Mário Laginha, ainda sem data de edição, que assinala os 25 anos de carreira da cantora.
No fado, estão previstos lançamentos de novos discos de Mafalda Arnauth («Flor do Fado»), Joana Amendoeira, Hélder Moutinho e Cristina Nóbrega («Palavras do meu fado»).
João Afonso e João Lucas prepararam «Um redondo vocábulo» para sair em Outubro e a editora Farol irá lançar um disco tributo a Carlos Paião que contará com Balla, Pólo Norte, Tiago Bettencourt, entre outros.
Nos próximos meses haverá ainda «El fad», do guitarrista José Peixoto, «Caminho Longi», de Dany Silva, e novos álbuns de Tony Carreira e Dulce Pontes.
A editora Numérica irá lançar, entre outros, «Variedades de Proteu», com música de Armando Teixeira a partir de um texto de António José da Silva, «Madrigais Camonianos», de Luís de Freitas Branco, e música coral de Fernando Lopes-Graça, ambos pelo Coro Gulbenkian.
O pianista João Paulo Santos e o violinista Bruno Monteiro voltam a colaborar no álbum «20th century expressions», a editar este mês.
in Diário Digital
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